terça-feira, 22 de dezembro de 2015
sábado, 12 de dezembro de 2015
segunda-feira, 2 de novembro de 2015
terça-feira, 13 de outubro de 2015
domingo, 20 de setembro de 2015
terça-feira, 2 de junho de 2015
DTG RANCHO DA POESIA
DTG RANCHO DA POESIA
PATRONAGEM
Patrão:
FERNANDO ALMEIDA
Vice-Patrão:
GENI ADORNE
Sota-
Capataz: EDEMAR VIÇOSA
2º
Sota Capataz: SOLANGE MARIA DOS SANTOS
1º
Tesoureiro DEMETRIO LEITE
2º
Tesoureiro: LUCIA HELENA DA ROSA fone:
Agregado
das Falas: NADIA RAQUEL VELASQUE ADORNE
Conselho:
MARIA RIGO, MARIA LUCI, NELSON TIBURSKI
Departamento
Cultural: CARMEM GIANINI
Departamento
Artístico: LUIS ANTONIO LISBOA
Peão
Caseiro: BERNARDO COUTINHO ALVES
segunda-feira, 1 de junho de 2015
DTG RANCHO DA POESIA
CONVIDO VOCÊ PARA CURTIR ESTA
PÁGINA.
https://www.facebook.com/pages/DTG-Rancho-da-Poesia/1064375986923666?ref=settings
quinta-feira, 19 de fevereiro de 2015
CHASQUE PARA O PATRÃO CELESTIAL
Com licença, Patrão Velho,
Preciso muito de sua atenção.
Um pouco envergonhado
Por viver encurralado à perdição.
Aprendi com ensinamentos,
Em minha vida espiritual,
Amar a Deus sobre todas as coisas,
Minha confiança no Senhor é total.
Agradeço mais do que reivindico,
A cada renascer da aurora,
Iluminando o horizonte infinito,
A felicidade em mim revigora.
Muito obrigado, meu Deus,
Pela paz, a saúde e o amor,
Por esta natureza perfeita:
As matas, as flores e o beija-flor.
Bem aventurado seja o homem
Incorruptível e imparcial,
Bem aventurado seja o homem
Que repudia o pecado capital.
Bem aventurados sejam aqueles
A que aos mandamentos obedecem;
Abençoado será aquele
Que crê em suas preces.
Surgem muitos falsos profetas
Por ambição ao poder,
Autores até de milagres
Para o povo carente no saber.
Por uma valiosa quantia
Alguns prometem o paraíso,
Sem mesmo saber se ele existe,
Imperando o tal de fanatismo.
Peço para Deus Nosso Senhor
Que dê um pulinho pessoalmente,
Aqui nesse mundo desgovernado,
Para prosear com alguns viventes.
Que usam o nome do senhor
Em seu próprio benefício,
Com mentiras e promessas,
Um verdadeiro estrupício.
Ave-Maria,
cheia de graça!
O
Senhor é convosco!
Bendita
sois vós entre as mulheres
E
Bendito é o fruto do vosso ventre, Jesus.
Santa
Maria, Mãe de Deus,
Rogai
por nós os pecadores
Agora
e na hora de nossa morte. Amém.
Fernando Almeida Poeta
domingo, 28 de dezembro de 2014
quarta-feira, 26 de novembro de 2014
DIA DE CARREIRAMENTO
Corria
o Baio do Maneco
Com
o tordilho do Gaveston,
Numa
cancha reta, na coxilha pelada.
Era
uma diversão para a gauchada
num
dia de sol claro do mês de setembro
Chegava
gente a pé, de carreta de bois
Charrete
e a maioria a cavalo,
Também
veio gente da cidade
Em
dois ou três automóveis.
Era
um evento dos mais importantes
Que
acontecia de quando em quando
Promovido
por carreiristas daqueles pagos,
Lembro-me
do povo chegando de todos os lados
E
começava a se formar aquela festança.
Ao
meio dia era grande aglomeração,
De
viventes em volta da cancha, “já se vieram”!
O
cavalo do Zico perdeu porque se abriu,
O
Dórico desatou a carreira, pagou o depósito.
Um
sujeito dava luz e doble,
Outro
gritava sem reserva,
Gente
que cantava de galo
muitos
apostando nos cavalos
Cinco,dez
pila e até dinheiro graúdo,
A
gurizada jogava troco miúdo.
Na
barraca do Marcelino grande freguesia,
Tomando
trago, comendo pastéis,
Contando
lorotas, sobre seus parelheiros,
Atando
carreiras para serem corridas lá na cancha.
Um
fogo sobre uma vala queimando uma lenha,
cheio
de espetos cravados com carne,
era
aquela ladainha, sem mais nem menos
começava
um arranca toco e já chegavam os deixa disso.
lá
pelas quatro horas da tarde começou uma briga
Porque
o cavalo do Juca tigre perdeu uma carreira
Que
correra com a égua do Tomazette.
Falaram
que o juiz roubou, que na verdade
O
cavalo do Juca tinha ganhado de cabeçada de freio.
Esse
tal de Tomazette era um fazedor de pendenga
Talvez
fosse o motivo do juiz se acovardar
E
acabar roubando a favor do arruaceiro.
Começaram
a discutir e a coisa foi ficando feia
Sabia-se
que não tardava uma grande peleia
O
Tigre usava um três listras atravessado nas costas
E
o Tomazette dois trinta e oito niquelado, na cintura
Ficaram
ali os dois se toreando e o Juca Tigre falou
Que
não iria ficar de graça, mas seguiu a festança.
Na
saída do carreiramento no finalzito da tarde
Onde
tinha uma porteira feita de arame
Aberta
bem pra traz, tava o Juca escorado
em
um moerão da estronca esperando o Tomazette.
não
demorou muito vinha o arruaceiro
chegou
e boleou a perna já de revolver na mão
e
o Juca Tigre arrancou aquele baita facão
como
um touro bravo em direção ao Tomazette
que
não pensou duas vezes e sapecou fogo
mas
infelizmente pegou o tiro no Zezinho
um
jóquei corredor de carreiras
que
tentava apartar aquela briga.
Os
automóveis já tinham deixado o local
Mas
a ambulância logo em seguida chegou
Era
uma charrete modelo aranha
Puxada
por um tordilho muito troteador
Mas
até chegar onde estava o doutor
Eram
muitas léguas de estrada afora.
Esta
peleia aconteceu quando eu era guri
Foi
gravado em minha memória
que
até hoje eu não me esqueci.
FERNANDO
ALMEIDA POETA
domingo, 2 de novembro de 2014
sexta-feira, 17 de outubro de 2014
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