quarta-feira, 9 de outubro de 2013
quarta-feira, 2 de outubro de 2013
terça-feira, 24 de setembro de 2013
MULHER DE UM FARROUPILHA
Num bolicho beira de estrada,
Nasceu um romance campeiro
Entre uma das filhas do agregado
E um rapazote meio forasteiro.
Era linda que nem flor do campo
E o muchacho logo se apaixonou,
Pediu a mão da bonita china
E no ano seguinte se casou.
Ficaram ali pela estância,
Ele fazendo o serviço de campo,
Numa vida pacata de campanha,
No romantismo dos pirilampos.
A china sevava um mate,
Daqueles de adoçar a alma,
Fazendo planos para o futuro
Numa noite linda e calma.
Rancho com sombra boa
E muitas flores no jardim.
Tiveram dois lindos filhos
Numa felicidade sem fim.
E, de repente, uma má notícia
Que lhes cortou o coração:
Foi convocado para a guerra,
Ordenado pelo seu patrão.
Encilhou o cavalo que tinha
E saiu por conta do destino
Para ser mais um farrapo,
Um guerreiro taura e malino.
Para servir aos senhores da guerra,
Empunhando armas nas mãos,
Invadindo campos alheios
E roubando sem ser ladrão.
De peão campeiro de estância
Para desbravador de coxilhas,
Deixando rancho e china para traz
Para ser um caudilho farroupilha.
Atento à voz de um clarim,
No comando para avançar,
Num salve-se quem puder
E a ordem era para matar.
Na república rio-grandense,
Estância grande dos pampas,
Onde nasceram nossos campeiros
De tenência, fibra e estampa:
Bento Gonçalves, Davi Canabarro,
General Neto e outros caudilhos.
Grito de guerra, grito de paz,
Sempre em cima do lombilho.
Pelas auroras da vida,
Clareando a noite escura,
À frente de uma batalha
Com faíscas de ferraduras.
Quando a tropa se espalha,
Se perdendo pelo horizonte,
O guerreiro não tem medalha,
Apenas segue ao reponte.
O sonho de um dia ser livre
Nossa esperança se embala,
Acenando para o passado
Com os flécos do velho pala.
Ser livre que nem um potro
Que galopa em campo aberto,
Sem porteiras e sem aramados
Na vastidão de um deserto.
Um guerreiro não tem rumo certo,
Mas nunca se perde na fumaça
Quando carrega de parceiros
Muita coragem, sangue e raça.
E o tempo foi passando, passando,
E nem um chasque apareceu,
Pra falar se ainda estava vivo
Ou até mesmo se morreu.
Com a esperança quase vazia,
Num rancho de capim barreado,
Com um filho ainda pequeno
E outro piazito quase criado.
Sendo mulher de um farroupilha
Que destino triste e maleva,
Num caminho quase sem luz,
Sonhando com abismo e trevas.
E a china que ficou no rancho,
Numa rotina de dia após dia,
Escutava vozes na madrugada
Que o assovio do vento trazia.
Murmuro de patas de cavalos,
Gritos, gemidos e tinidos de adaga,
Era apenas o pressentimento
De mais uma noite amarga.
À tardinha olhava para o horizonte,
Mas não via ninguém voltando!
Sem saber se um dia retornará
Seguia apenas sonhando,
Em ter seu amor ao lado
Quando esta guerra acabar,
Talvez na próxima primavera
Seu filho o possa abraçar.
E o piazito sempre perguntava
-Mamãe, quando papai voltará?
Porque ele foi para a guerra?
Já estou cansado de tanto esperar!
-Ele está lutando por nós, pela terra,
Embora não tenhamos nada!
Somos vítimas de latifúndios,
Descendentes de família deserdada.
A esperança aos poucos foi mermando
De uma mãe e esposa aflita.
Quantas famílias no mundo sofrem
Com as tais guerras malditas.
E o farroupilha nunca mais voltou,
Entrou na peleia sem nada entender,
Matou muitos sem ser bandido
E depois morreu sem merecer.
Fernando Almeida Poeta
sexta-feira, 20 de setembro de 2013
quinta-feira, 5 de setembro de 2013
Sou Gaúcho
Sou
descendente do passado
na mistura
de muitas raças:
índio,
luso, negro e castelhano.
Surgiram
como a grama
que brota nas
coxilhas
de uma
sesmaria.
Nasceram
muitos tauras
que
contribuíram
para a
grandeza desta pátria.
Estância velha
de São Pedro
com a
peonada
sempre a
camperiar
nos
horizontes pampianos.
Rio Grande
de bandeira farrapa.
Com
chimango e maragato,
dois
partidários hoje aliados
em prol
destes pagos.
Tenho o
pelo curtido
do vento
minuano que assola
ao relento.
Que sirvam
nossas façanhas
de modelo a
toda terra.
Quem nasce
pra ser campeiro
jamais
perde a estampa,
chapéu
grande, lenço e guaiaca
são as
coisas do pampa.
Nasci com
cheiro de pasto,
neste chão
colorado,
com amor
pela querência,
sou
herdeiro do passado.
quinta-feira, 15 de agosto de 2013
Mês de Agosto na Estância
Dos doze meses do ano
Ele é o mês mais caborteiro!
Quando lembro o mês de agosto
Chega me arrepiar o pelo.
Pra quem vive nos pampas
Sabe que ele é rigoroso,
Ajoujado com o minuano
Ainda fica mais tenebroso.
Depois de muitas geadas grandes,
Entordilhando coxilhas e banhados,
Todo o rebanho da estância,
Estão com o pelo virado.
Ele vai se chegando no mas
Com seu jeitito traiçoeiro,
Vento norte amornando aurora
E as vacas parindo os terneiros.
Parece que o inverno acabou
E vai começando a brotação,
O pessegueiro a laranjeira floresce
No finalzinho desta estação.
Até o touro dá uns berros no rodeio,
Adivinhando a primavera,
A saracura grita no banhado,
O sabiá cantando lá na tapera.
De repente pro lado dos castelhanos
Vai se erguendo um paredão,
Começa, trovejando longe...
E vai se chegando a escuridão.
Todos com medo da tormenta
O patrão, a patroa e a peonada,
Cada um procura um abrigo,
Alvorotando-se a bicharada.
A vaca berra, o bagual relincha
E a ovelha chama o cordeiro.
Uma douradilha roncadeira
Escaramuça na volta do potreiro.
Uma galinha reúne seus pintos,
Outras vão se chegando ao poleiro.
O galo velho todo desconfiado
Tranqueia por todo o terreiro.
Primeiro um momento de silêncio...
Em seguida começa uma barulhada,
Caindo pingos de fazer bolhas,
É sinal de muita chuvarada.
Sei que o estrondo é da natureza,
Mas, mesmo assim, ainda dá medo,
Um raio cai partindo ao meio,
Um angico, lá do arvoredo.
Amanhece o dia e vem a noite
E se vai sempre chovendo.
A enchente vai ser mui grande,
O conhecimento está prevendo.
E assim segue até por uma semana,
Vai ficando tudo encharcado,
A lenha está toda molhada
E o galpão todo enfumaçado.
A peonada vai ficando inquieta,
Por que não para esta chuva fria.
Apareceram goteiras no galpão
E um guaxo fazendo estripulia.
O guasqueiro trançando cardas,
Outro ajuda a lonquear o couro.
E aqueles que vão pro bulicho
Jogar ou campear namoro.
O Capataz desaba o chapéu
E conversa com a peonada,
-Vamos vestir os ponchos
E recorrer às invernadas.
Juvêncio encilha o rosilho!
Mas, tenha muito cuidado,
Ele pode renegar os bastos
Por estar com o lombo molhado.
Um recorre às sangas,
Outro costeia o mato.
Apartar os mais fracos
E recolher para o trato.
Um tem que courear a brasina
Que morreu lá no capão
E trazer o terneiro dela
Para dar bóia no galpão.
O campeiro tem que cuidar
Das vacas magras e dos terneiros,
O temporal está judiando
O nascimento dos cordeiros.
Os graxains andam na volta,
Negaceando pra dar uma pegada,
É carancho, também urubu,
Lá em cima, fazendo revoadas.
De repente num final de tarde
A chuva até da uma parada.
A perdiz assovia perto das casas
E o perdigão, no fundo da invernada.
Dá um silêncio meio esquisito
E o sol até dá uma espiada,
Escutei uma vaca tossindo
E a saparia numa cantiga entoada.
Noutro dia amanheceu deitando água,
O banhado era um lençol gigante,
Parecia que o mundo viria abaixo
Para quem via aquele semblante.
E o tempo cada vez mais feio,
Choveu mais uns quatro dias.
Chegava a dar uma tristeza
Sempre quando anoitecia.
Mas, como tudo tem começo e fim,
Levantou-se um vento minuano,
Dando sinal de tempo bom
Do mesmo lado dos castelhanos,
Junto com uma garoa galopeada,
Daquelas de arrepiar o sabugo,
Também de matar cavalo velho,
Mas, nada disso eu refugo.
Pois o destino de um peão
É saltar ao romper da aurora,
Com chuva, frio ou calor,
Nunca se maneia nas esporas.
Se correr o bicho te pega
Se parar o bicho te agarra,
E ainda desmancho uma milonga
Nas cordas da minha guitarra.
O inverno sempre é rigoroso,
Mas de vagarito vai se entregando.
O sol brilha refletindo na enchente
E aos pouquitos vai se chegando.
A terra começa a ser lavrada
Para semear toda a semente,
É o trabalho de nossos colonos
Para sustentar nossa gente.
Uma calmaria paira no horizonte,
Após a tempestade, vem a bonança.
Sobre as coxilhas pampianas
Brota os campos e nossa esperança.
Berra o gado, canta os pássaros.
E nosso céu fica mais azul,
É a primavera que está chegando
Aqui nestes pagos do sul.
Fernando Almeida Poeta
segunda-feira, 29 de julho de 2013
Gurizito Campeiro
Gurizito Campeiro
Este poema eu dedico ao meu neto
Vitor.
Um taura já
nasce taura!
No seu primeiro choro,
alguém gritou: - este é taura,
ele será meu herdeiro,
meu amigo, meu parceiro
de todas as camperiadas.
Vai domar potros, carretear
e laçar bois nas invernadas.
Pequenino já laçava as galinhas,
pisoteando nos pintos,
mas não era por malvadeza,
era apenas por instinto
de quem nasce pra ser galo.
Seu primeiro brinquedo
foi um pedaço de taquara
que chamava de cavalo.
Fez um laço trança de embira,
usando talento e criatividade,
laçava só por brincadeira
porque não tinha um de verdade.
Guri campeiro, nunca ganhou presente.
Os brinquedos, todos improvisados:
mangueirinha, ponta de chifre
e ossinhos descarnados.
Em noites de geadas frias,
o piazito sentava para se aquentar,
no galpão, ao redor do braseiro,
escutando os mais velhos prosear.
Ficava por ali até altas horas,
ouvindo com calma e paciência
as lorotas e causos dos campeiros
pra lhe servir como experiência.
Para ser um índio taura
tem que entender da lida,
saber o lado de montar
e as normas a ser seguidas.
Gritar na mangueira: “forma cavalo”
e saber como se ata um bocal,
puxar e quebrar o queixo
e amadrinhar um bagual.
Saltava da velha cama
quando o canto do galo amiudava.
Um vento minuano que chorava,
mas nunca pediu arrego.
Índio que dorme em pelego
não se entrega nem faz manha,
nasceu com parteira de campanha
este galo que calça espora.
Soltava um gritito de sapucaí
pra escutar o eco sob a aurora.
Buscar a brasina leiteira
que pastava lá no banhado,
de pé no chão, calça curta,
com os dedos encarangados.
Com seu andejar solitário
apenas um cusco de parceiro,
que levantava quero-queros e lebres
sempre num galope faceiro.
No desempenho da lida,
no trato para a criação,
dar bóia para um guaxo
que dormia lá no galpão.
E o mouro na cocheira,
pingo que troteava marchando,
cavalo de todo o serviço,
de laçar e deixar cinchando.
Curar terneiro de vaca braba
o taura sempre foi um perito,
puxando por baixo do arame
serviço, que fazia solito.
Com berros e chifradas
tiniam as tramas do aramado,
que fazia dividia dos campos
com cinco lisos e um farpado.
Arrastava uma pipa d’água
e cortava lenha de machado,
com mãos franzinas e calejadas
dos cabos de um arado.
Em gauderiadas pela fronteira
já dormiu ao relento de uma tapera,
ouvindo o berro de um touro pampa
numa noite de primavera.
Sobreviveu a coices e manotaços
de malinos mal domados,
e muitas rodadas feias
nos macegais do banhado.
Acreditava em assombração
também em lobisomem,
e tinha um grande sonho:
era crescer para ficar homem.
Lá atrás do arvoredo,
no céu aparecia meia lua,
o sol à tardinha se punha,
vermelhando uma coxilha nua.
E o piá admirava a natureza
com um olhar triste e acabrunhado,
sentindo saudade do nada,
pois ele ainda não tinha passado.
Pelos corredores da vida,
todos campeiam o destino,
marcas de queimaduras de laço
na vida de um campesino.
Que sempre procura a volta
para nunca montar mal
e sabe o momento de sair
da rodada de um bagual.
Desgarrou-se do pago,
deixou para trás o rancho,
arreio, preparo de doma
e tirador pendurado num gancho.
Trocou tudo que tinha,
até a sua própria liberdade,
por um tal de quitinete
lá no centro da cidade.
Fernando Almeida Poeta
segunda-feira, 15 de julho de 2013
ESTAÇÃO FERROVIÁRIA
Estação Ferroviária
Velha estação do trem
Com a estampa de abandono,
Hoje se encontra em ruína
Como uma tapera sem dono.
Quem te viu velha estação
Nunca te imaginaria assim,
Como foi difícil tua construção
Mas tão fácil, te dar o fim.
Tem um valor museológico
Mas o mundo já te esqueceu,
Até o minuano assovia triste
Contra a telha que se desprendeu.
Pelo chão folhas secas rolando
Apenas os trilhos ao seu lado,
Peleando contra as intempéries
Com seu brilho, todo ofuscado.
De ti velha estação do trem
A saudade vagueia pelo ar,
O trem sumiu no infinito
Para nunca mais voltar.
Hoje te vejo no fim da linha
Ninguém mais te espera,
Ali no seu eterno repouso
De muitas e muitas primaveras.
Sobre os dormentes dos trilhos
Riscaram o Rio Grande ao meio,
No andamento do progresso
Com trem de carga ou passeio.
Com o sagrado produto da terra
E a riqueza dentro do vagão,
Sumia pelo horizonte adentro
De dia claro ou na escuridão.
Todos os dias tinha uma festa
Na estação pra ver o trem chegar,
Gente que chega gente que vai
Uns vão vender outros comprar.
Chegavam os comerciantes
Trazendo muitas novidades,
Para todo aquele povoado
Vindas da grande cidade.
O apito do trem emudeceu,
As locomotivas, por ai perdidas!
As placas, parar, olhar, escutar,
Estão todas no chão, caídas.
Gravei na memória da alma
A imagem de um trem andando,
Com ecos pelas madrugadas
Das rodas de aço tilintando.
Foi a evolução que te perdeu
Pois o tempo corre sem parar
O mais lento perde a vês
Para o primeiro que chegar.
No mundo atual que vivemos
A velocidade é soberana,
No corre, corre stressante
De toda a espécie humana.
Sou dos tempos de calmaria,
O tempo andava de vagar,
Pra tudo havia mais tempo
Muito mais tempo para amar.
Seu maquinista pare este tempo
Que já anda desgovernado
Talvez tente engatar uma ré
Pra ver se retorna ao passado.
Tropeávamos até a estação
E a boiada de trem seguia
Levando para o matadouro
O fruto da nossa economia.
Dos transportes o mais viável
Sem excesso de despesas
Mas mesmo assim foi instinto
O menos poluente da natureza.
O tempo é testemunha
Da gente do teu povoado,
De quem a muito já se foi
Nas andanças do passado.
Tão triste eu vivo a recordar
De coisas que tenho na memória,
O tempo sempre se apequena
Diante da grandeza de uma história.
Fernando Almeida Poeta
Velha estação do trem
Com a estampa de abandono,
Hoje se encontra em ruína
Como uma tapera sem dono.
Quem te viu velha estação
Nunca te imaginaria assim,
Como foi difícil tua construção
Mas tão fácil, te dar o fim.
Tem um valor museológico
Mas o mundo já te esqueceu,
Até o minuano assovia triste
Contra a telha que se desprendeu.
Pelo chão folhas secas rolando
Apenas os trilhos ao seu lado,
Peleando contra as intempéries
Com seu brilho, todo ofuscado.
De ti velha estação do trem
A saudade vagueia pelo ar,
O trem sumiu no infinito
Para nunca mais voltar.
Hoje te vejo no fim da linha
Ninguém mais te espera,
Ali no seu eterno repouso
De muitas e muitas primaveras.
Sobre os dormentes dos trilhos
Riscaram o Rio Grande ao meio,
No andamento do progresso
Com trem de carga ou passeio.
Com o sagrado produto da terra
E a riqueza dentro do vagão,
Sumia pelo horizonte adentro
De dia claro ou na escuridão.
Todos os dias tinha uma festa
Na estação pra ver o trem chegar,
Gente que chega gente que vai
Uns vão vender outros comprar.
Chegavam os comerciantes
Trazendo muitas novidades,
Para todo aquele povoado
Vindas da grande cidade.
O apito do trem emudeceu,
As locomotivas, por ai perdidas!
As placas, parar, olhar, escutar,
Estão todas no chão, caídas.
Gravei na memória da alma
A imagem de um trem andando,
Com ecos pelas madrugadas
Das rodas de aço tilintando.
Foi a evolução que te perdeu
Pois o tempo corre sem parar
O mais lento perde a vês
Para o primeiro que chegar.
No mundo atual que vivemos
A velocidade é soberana,
No corre, corre stressante
De toda a espécie humana.
Sou dos tempos de calmaria,
O tempo andava de vagar,
Pra tudo havia mais tempo
Muito mais tempo para amar.
Seu maquinista pare este tempo
Que já anda desgovernado
Talvez tente engatar uma ré
Pra ver se retorna ao passado.
Tropeávamos até a estação
E a boiada de trem seguia
Levando para o matadouro
O fruto da nossa economia.
Dos transportes o mais viável
Sem excesso de despesas
Mas mesmo assim foi instinto
O menos poluente da natureza.
O tempo é testemunha
Da gente do teu povoado,
De quem a muito já se foi
Nas andanças do passado.
Tão triste eu vivo a recordar
De coisas que tenho na memória,
O tempo sempre se apequena
Diante da grandeza de uma história.
Fernando Almeida Poeta
sábado, 15 de junho de 2013
quinta-feira, 30 de maio de 2013
sábado, 11 de maio de 2013
Mamães, para vocês
Seja vovó, mãe, tia,
Amiga, esposa ou namorada
Um homem sem mulher
Nesta vida não é nada,
Quando ao lado do homem
É parceira, amante, amada
Seguiremos para sempre
Unidos na mesma estrada.
Nossa Virgem Maria,
Santa mãe de Jesus,
Um dia também sofreu
Ao ver seu filho na cruz,
Ilumina nossas mães
Pro bom caminho conduz,
Para que não sofram tanto
Por quem deram à luz.
Amor de mãe é eterno,
E seu brilho incomparável,
Sua alma é pura
Seu esforço incansável,
É a soberana das jóias
Para o ciclo da vida
É assim que a comparo
Minha mãe querida.
Fernando Almeida Poeta
Amiga, esposa ou namorada
Um homem sem mulher
Nesta vida não é nada,
Quando ao lado do homem
É parceira, amante, amada
Seguiremos para sempre
Unidos na mesma estrada.
Nossa Virgem Maria,
Santa mãe de Jesus,
Um dia também sofreu
Ao ver seu filho na cruz,
Ilumina nossas mães
Pro bom caminho conduz,
Para que não sofram tanto
Por quem deram à luz.
Amor de mãe é eterno,
E seu brilho incomparável,
Sua alma é pura
Seu esforço incansável,
É a soberana das jóias
Para o ciclo da vida
É assim que a comparo
Minha mãe querida.
Fernando Almeida Poeta
terça-feira, 23 de abril de 2013
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